Arquidiocese de Palmas

1ª Semana Social Arquidiocesana encerra com discussão sobre participação da Igreja na defesa dos direitos humanos

Terminou neste sábado, 18, a 1ª Semana Social Arquidiocesana, que garantiu aos presentes muita interação com debates relacionados a participação da Igreja em defesa dos direitos humanos. O evento ocorreu no Colégio São Francisco de Assis, e contou com ampla programação de 13 e 18 de agosto. 

O Seminário foi conduzido por Sara Sanches, membro do Conselho Indigenista Missionário – CIMI- TO/GO, organismo da CNBB que atua na defesa dos direitos dos povos indígenas. O tema “Direitos, Justiça Socioambiental e Bem Viver”, foi escolhido para estabelecer o compromisso que os cristão têm em ajudar na defesa do direito à vida, e conforme Sara, o seminário teve como principal objetivo sensibilizar a Igreja perante os problemas sociais. 
“Nós queremos, como Igreja, dar uma resposta aos anseios e desafios que temos no Estado. O agronegócio está avançando no cerrado, e consequentemente devastando esse território e acabando com rios e córregos, com esse modelo predado. Não podemos ficar calados diante a injustiça, e àqueles que mais necessitam da nossa ajuda”, explicou Sara. 

Participaram do evento membros de associações, quilombos e comunidades indígenas Xerente, Kraô-canela, Takaywrá, Apinajé, discutindo as estratégias e resistências populares em defesa dos direitos humanos, e a vida para todos com justiça e dignidade. 

A Semana Social foi realizada através do Vicariato de Ação Social e Vicariato de Ação Pastoral, com o tema “Pastoralidade e Ação Social Transformadora”, voltada para todos organismos que compõe a Arquidiocese. A programação contou com visitas missionárias do VAS e VAP às cidades de Novo Acordo e Tocantínia, reuniões na Comunidade Sagrado Coração de Jesus, no Colégio São Francisco, e debate na Câmara Municipal de Palmas, sobre “Moradia como direito fundamental”, conduzida pelo professor do curso de direito da faculdade Católica do Tocantins Fábio Barbosa Chaves, abordando a realidade de Palmas.

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