Arquidiocese de Palmas

20 anos de ordenação Episcopal de Dom Pedro Brito Guimarães, Arcebispo Metropolitano de Palmas.

Dom Pedro, coube-me por solicitação do clero de nossa Região São Pedro, a grata tarefa de falar para todos, nesta data singular e grande alegria, 20 anos de sua ordenação episcopal.

Ouvindo recentemente o santo padre Papa Francisco afirmar que é importante ouvir o coração, decidi ouvir o coração do senhor para falar, em nome de nosso clero, ao pastor da Igreja de Palmas.

Para isso mergulhei na 77 músicas que o senhor compôs para traçar, apesar de minhas limitações, as linhas de sua estória de vida.

Assim parto de uma afirmação do senhor em um recente vídeo, no qual o senhor falar de seu ministério episcopal. O senhor assim se expressou: “Não sei porque Deus me chamou, somente sei que Ele me chamou.”

Tentemos agora encontrar a resposta.

Nesta música, Por uma grande Missão, o senhor canta: “Um dia como qualquer outro dia, o Senhor me criou para uma grande missão. Um jovem, como qualquer outro jovem, o senhor me chamou para uma grande missão. Eu nada sabia, eu nada entendia, eu nada previa de uma grande missão. Eu me encantei, me apaixonei, o barco larguei por uma grande missão. Eu disse sim ó Senhor, eu disse sim por amor. Pronto pra ir eu estou para uma grande missão. Eu disse sim ó senhor, eu disse sim por amor! Pronto para ir eu estou para uma nova missão.”

E no dia 22 de fevereiro de 1954, em Buriti, município de Eliseu Martins – PI, Ana Francisca Guimarães Brito e Clemente Brito Porto, já falecidos, recebiam, com alegria, o décimo dos seus doze filhos que, na pia batismal, recebeu o nome de Pedro.

Já na música, Eu preciso de ti, ouvimos o senhor cantar: “Pela manhã, em plena tarde, o à noitinha, o Cristo passa, em cada praça, em cada lar: vem tu comigo, vai também cuidar da vinha; te dou meu vinho, o pão e a força pra lutar.”

Em seguida na canção: À beira do poço, verificamos a lembrança do primeiro passo de sua resposta ao chamado de Deus. “Saí de casa, ao meio dia, E fui sedento, buscar água para beber. Jesus se achega e se fez água em meu viver; Jesus me ensina o seu jeito de amar, Sentar-se à mesa, olhos nos olhos, É luz de um novo dia.”

Em 1976, após um período de engajamento pastoral, como dirigente de Celebração da Palavra, fundador e coordenador de grupos de jovens, ingressou no Seminário Menor de Oeiras, até concluir, em 1978, o Curso Científico, na Escola Normal Presidente Castelo Branco. Dali foi enviado ao Seminário Maior de Fortaleza, onde estudou Filosofia e iniciou o curso de Teologia, transferindo-se para o Pontifício Colégio Pio Brasileiro, em Roma, onde conclui seus estudos preparatórios ao presbiterato, após três anos na Pontifícia Universidade Gregoriana.

Em seus cantares, encontramos na música, a missão, meu coração, que diz: “Bela como a aurora, clara como o dia, Fértil como a chuva, a missão. Frágil como a erva, Doce como o mel, Cheira como as flores, a missão.”

Retornando ao Brasil, se engajou na caminhada pastoral da Diocese de Oeiras-Floriano. Em 18 de agosto de 1985 recebeu os ministérios de Leitor e de Acólito. Foi ordenado Diácono no dia 1º de dezembro, deste mesmo ano, na Co-Catedral de São Pedro de Alcântara, em Floriano.

Antes mesmo de ser ordenado presbítero, assumiu a direção do Seminário Menor João XXIII, em Floriano. E depois de ordenado presbítero, em 26 de janeiro de 1986, assumiu as missões de Coordenador Diocesano de Pastoral, de Catequese e do Ensino Religioso, além de reitor do Seminário Menor. Em 1987 foi enviado a Teresina para exercer as funções de vice-reitor e professor no Seminário Maior Sagrado Coração de Jesus.

Cantante de Deus, sua voz ecoa nas melodia de, Canção cinquentenária, na qual o senhor diz: “Hoje mih’alma decanta, bendiz e louva o Senhor, Por tantas coisas bonitas que Ele fez em meu favor. Pois, desde o seio materno eu escutei seu chamado, e quanto mais eu crescia, mais ele estava ao meu lado. E assim me fiz sacerdote, profeta itinerante. E desde que disse Sim não sosseguei um instante. No coração do teu povo a minha tenda armei, remei, com fé e coragem, o barda da tua grei.”

Em 1988 retornou a Roma para fazer o Mestrado em Teologia Dogmática, na Pontifícia Universidade Gregoriana. Retornando ao Brasil em 1990, deu continuidade às atividades, anteriormente mencionadas, no Seminário Maior Sagrado Coração de Jesus.  Dois anos depois, voltou a Roma para a mesma Universidade, para fazer o Doutorado, na mesma linha de pesquisa, e o conclui, em 1995, com a tese: “Os Sacramentos como Atos Eclesiais e Proféticos. Um contributo ao conceito dogmático de Sacramento, à luz da exegese contemporânea”, publicada na Coleção “Tesi Gregoriana”, sob o nº 46.

Nas linhas da partitura em, Como um cristal bonito, o senhor ensina: “Novas portas são aberta, nova aurora já raiou. Novas pontes são erguidas com a força do amor. Nosso povo em romaria, com divina inspiração. Somos todos uma Igreja em missão. Nossos pães são repartidos e aos famintos saciar. Na cultura do encontro paz e fé vão se abraçar. Pelos campos e cidades, o amor é o dom total. Somos todos uma Igreja sinodal.”

E continua sua saga de poeta da missão em, Coragem Ele te chama, assim se expressando: “E aqui estamos, Senhor, a Igreja em mutirão no mais sublime louvor e na mais profunda oração. Queremos juntos viver a fé no Deus que nos ama e com coragem dizer um si ao Deus que nos chama.”

De volta ao Brasil, em 1995 assumiu a reitoria do Seminário Maior Sagrado Coração de Jesus. No Regional Nordeste IV assumiu vários encargos.

Em 17 de julho de 2002 foi eleito bispo da Diocese de São Raimundo Nonato – PI, cujas ordenação e tomada de posse aconteceram no dia 14 de setembro de 2002, escolhendo como lema: Sitio – Tenho Sede. No ano seguinte foi escolhido membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial e da Comissão da Missão Continental, da CNBB. E, no dia 20 de outubro de 2010 foi eleito arcebispo da Arquidiocese de Palmas – TO. E tomou posse no dia 17 de dezembro deste mesmo ano. No ano de 2011 foi eleito presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, cargo que exerceu até 2015.

Em Palmas

Já arcebispo de Palmas com a música, A alegria do amor, nós o ouvimos falar de segredos: “Ouviu nossos segredos, tirou os nossos medos, qual casa em rochedos e se fez vida e força para amar.  Suavemente, como chuva em terra seca, refontizou e fecundou nossa união fortaleceu raízes, domou as velhas crises. Desfez as cicatrizes e com ternura: foi um renascer.”

No dia 17 de dezembro de 2010, Dom Pedro Brito Guimarães é empossado como segundo arcebispo metropolitano de Palmas.

Já arcebispo de Palmas em, Adorai comigo ao Senhor, o senhor nos ensina que o segredo, a fonte e a força da missão é a Eucaristia: “Eu encontrei o meu tesouro escondido Aqui nesta Igreja do meu coração. Mãos ao arado, não olhei para trás, E sem despedida, segui a missão.”

Em um dos seus primeiros discursos em sua nova arquidiocese o senhor assumiu uma desafiadora tarefa. Para anunciá-la nós o ouvimos dizer: “Eu me chamo Pedro, meu nome se relaciona com pedra, quero construir a catedral. Vocês me ajudam? Com essas palavras ainda em embrião o retomou a campanha de construção da catedral metropolitana de Palmas. No dia 31 de maio de 2022, dom Pedro presidiu a primeira missa na catedral, cuja construção se encontra em fase final de construção.

Quando o senhor canta, A Igreja no Espírito Santo, já descortina sua visão e convicção de Igreja, dizendo: “Jesus deixou a sua Igreja o seu modelo de vida, Para salvar o seu povo se fez comida e bebida. Da comunhão à missão, da adoração ao serviço.”

Seu coração missionário, logo demonstrou seu interesse em conhecer a arquidiocese e exortou os fiéis conhecerem-na para além de sua sede. Nascia a caravana missionária que levou padres, diáconos, religiosos, seminaristas e leigos às mais distantes paragens de nossa arquidiocese.

Para se fazer presente à vida de seu povo intensificou as Estações Quaresmais, através das quais pode celebrar e conviver com o seu rebanho e ouvi-lo. Sua presença nas paróquias tem sido uma marca frequente. É comum ouvir sempre uma resposta positiva ao convite de um pároco para estar junto com o seu povo na paróquia.

Na música, Assembleia dos chamados, o senhor pontua seu ministério na força e no coração da Trindade: “A assembleia dos chamados/Escolhidos aos ministérios/ Em missão pela Trindade/ Coração deste mistério.”

E ao cantar, Bens da terra, o senhor nos ensina a exaltar a vida e reconhece-la como vocação e missão: “Deus convida toda a humanidade a fazer da vida sua vocação, pois seu Filho, dom da santidade, é o doador e a doação.”

Em 2012, com apenas dois anos de pastoreio na Igreja de Palmas, Dom Pedro fez de sua Arquidiocese cenário de muitos povos, com olhos e corações abertos para o Mundo. Um despertar missionário fez de Palmas a sede do 3º COMINA, Congresso Missionário Nacional. Seu empenho em fazer da Igreja de Palmas uma Igreja missionária, com dois olhares, um para dentro e outro para fora, trouxe e traz continuamente à reflexão o tema da missão, que é de todos nós.

Na canção, É comunhão, é comunhão, o senhor nos recorda que nosso agir deve partir da Igreja, na Igreja e para a Igreja. Assim o canta sua fé missionária: “É comunhão com a Igreja missionária, que nos acolhe, nos convoca, nos envia. Como Maria segue sempre solidária, alimentada pela Santa Eucaristia. É comunhão com a história do meu povo, que sofre, chora e não cansa de esperar. Da velha terra vai nascer um mundo novo, nesta esperança vamos juntos comungar.”

Seu zelo apostólico e cuidado das almas o inquietou até que todas as cidades da arquidiocese tivesse um padre presente e residente.

Insistentemente dialogou com o clero até encontrar meios para que fosse assegurado a todos os padres o provento para sua manutenção. Além do cuidado com o clero, o arcebispo se empenhou para que as religiosas que atuam em Palmas recebessem uma ajuda financeira para sua manutenção.

Tenho sede. Na música, O homem com o cântaro de água, o senhor nos revela suas sedes, e seu desejo de saciar as sedes dos seus. “Lá vai o homem com o cântaro de água. Olho este homem por mandato de Jesus. Água do céu, água da chuva; Água dos olhos, água das dores, Água na vida para matar a minha sede.”

Criou o Conselho Econômico Arquidiocesano com a participação também de leigos. Com isso buscou-se dinamizar a vida econômica de nossa Igreja particular.

Foi criada a Comissão para assuntos de construção, como apoio às construções de nossa arquidiocese, para que tudo se dê de acordo com as normas dos municípios.

Como um homem da natureza, membro ativo da Repam Brasil, da qual é vice-presidente, implantou na arquidiocese de Palmas a energia solar, fonte de energia renovável e não agressiva à natureza, que atende todas as paróquias da arquidiocese em todo o seu vasto território.

Na música, Nós somos senhor teu povo, convida o seu rebanho a desacomodar-se, não parar, avançar com a Igreja e como Igreja: “Nós somos, senhor o teu povo; nós somos senhor tua Igreja, sempre em saída, defender a vida, doar sem medida, nossa missão! Com os pés no chão, Deus no coração e com a esma missão: Habitar em tendas, nossa vocação; construir altares nossa oração, e perfurar poços nossa missão.”

Para melhor atender às necessidades pastorais da arquidiocese, Dom Pedro instituiu três Regiões Pastorais, cada uma com seu vigário. Região São Pedro, Região São João e Região São Paulo. Outra iniciativa importante foi a criação dos vicariatos da Ação Pastoral, Ação Social e Patrimonial, que atuam na dinâmica do governo da Arquidiocese.

Uma música desafiadora, Sem o Espírito, com o Espírito, nela o senhor nos recorda a força que tudo transforma, ao cantar: “Com o Espírito Santo o amor é remido, Jesus é presente. A Bíblia é vida; a Igreja é divina comunhão de amor; com o Espírito Santo o poder é serviço, o culto é memória; a missa pentecostes, agir humano é divinizado.”

Na força do mesmo Espírito o senhor faz uma profissão de fé e opção na música, Sou mais Palmas, e sua poesia grita: “Sou mais Palmas! Sou mais Palmas. Coração aberto para amar! Coração aberto para acolher. Coração aberto para celebrar. Coração aberto par agradecer. Sou mais Palmas.”

Desejoso de levar a palavra a todos, conseguiu em negociações com a Canção Nova, retomar a Rádio até então sob administração daquela comunidade. Hoje a rádio em pareceria com a Meio Norte FM está em pleno funcionamento e serve à Evangelização com os programas, A hora do ângelus, Igreja missionária, Igreja em notícias, falando com Jesus, minuto do Evangelho.

O desejo do pastor, mestre na fé e na caridade se manifesta na música, Queremos ver-te Jesus, na qual o senhor canta: “Queremos ver-te Jesus na hóstia consagrada, na santa comunhão, na Igreja congregada, no irmão desfalecido, faminto e sedento, na eterna romaria em busca de alimento. Queremos ver-te Jesus no repartir do pão, no prato de comida, na mesa do irmão, no copo de água pura doado com amor, na luta e na festa, no pranto e no louvor.”

Importante iniciativa de Dom Pedro na Arquidiocese foi a idealização e realização da Festa dos Estados. Oportunidade de gerar proximidade entre as culturas das diversas regiões do Brasil que se fazem presentes em Palmas.

Do coração do pastor emana o amor filial e necessitado da presença amorosa da Mãe Maria ao cantar, O coração de Maria. Nessa música o senhor nos diz: “Quem é que tem um coração igual ao teu Maria? Que é que quer um coração igual ao teu um dia? Ó Maria, ó Maria! Eu quero ter um coração igual ao teu Maria. Ó Maria, Ó Maria! Eu quero ter um coração igual ao teu um dia.”

Ao dirigir-se ao clero e ao povo de Deus o senhor declarou: “desejo deixar para Palmas um Legado. Com essas palavras, Dom Pedro trouxe para a Arquidiocese o Círio de Nazaré, expressão forte da devoção mariana em nossa Igreja.”

Com seu dom de falar e fazer a fé na arte da música, o senhor nos recorda que não somente nos ama, mas deve ser por nós amado. E na canção, O amor não foi amado, o senhor recorda: “Coração sim, teu coração é fonte de vida, torrente de amor. Coração, sim teu coração nos faça Senhor, contemplativos na ação.”

E com essa mesma convicção na música, O Bom Pastor, por amor me chamou, o senhor nos reafirma o amor como fonte e meta ao dizer: “O bom pastor por amor me chamou, e me levou por caminho assim: bela montanha, aguada e flor. E com ternura ouviu o meu sim. Eu não resisti, domei meus ouvidos eu agradeci, me vi revivido.”

Atualmente é presidente do Regional Norte 3 da CNBB e escolhido pelo Papa Francisco para o Sínodo da Amazônia, a realizar-se em outubro do ano de 2019.

Na simplicidade da ciência dos limites com que nos deparamos, a alma do poeta exulta na canção, Meu Deus, porque me amas? e assim o senhor declara: “Eu ouço tua voz no cantar da natureza, na alegria e na beleza do louvor da criação, Eu também te vejo no sorriso da criança, no amor que nunca cansa de gerar um novo ser.”

Mas o coração do pastor não se limita a si mesmo, mas avança para compartilhar com os irmãos a mesma fé e alegria do amor compartilhado. Assim na música, nos caminhos deste mundo, o senhor declama: “Nos caminhos deste mundo onde andei, a tristeza me corta o coração, ao ver homem conta homem, ao ver vida contra vida. Desespero e solidão, violência sem medida. Que poderei ao senhor apresentar, além da oferta do vinho e do pão, em procissão eu me achego ao teu altar, e te ofereço por inteiro o coração.”

É orientador de retiros espirituais, compositor de várias canções religiosas, algumas gravadas em diversos CDs e autor de vários livros.

Na força e na coragem do Espírito o senhor demonstra a confiança de confiar mesmo diante da “inesperança” , assim na música, A Igreja no Espírito Santo, o senhor canta ao seu povo: “Jesus deixou a sua Igreja o seu modelo de vida, Para salvar o seu povo se fez comida e bebida. Da comunhão à missão, da adoração ao serviço.

E como exultação de quem vê o que buscou, na canção, Chegou o nosso jubileu, o senhor convidou-nos a todos com voz profética: “E Deus nos visitou! É tempo da graça, é dom que vem do céu: consolo do Espírito de Amor. É tempo da graça, É dom que vem do céu, Em um só coração, todos irmãos.”

No dia 31 de maio de 2022 encerrou a celebração do jubileu de 25 anos de criação da arquidiocese de Palmas com Missa solene na Catedral Metropolitana do Divino Espírito Santo.

Com o olhar de quem contempla o Cristo feito pão para todos, na música, De comer e de Beber, o senhor nos recorda que o Cristão se faz Cristo para ser pão repartido e o cuidado dos que sofrem também é profissão de fé. Nessa canção o senhor diz: “Dai-lhes vós mesmos de comer a quem tem fome, a quem tem sede dai vós mesmos de beber. Não me agrada quem somente diz meu nome e não ajuda seu irmão sobreviver.

E então nos revela que Deus não é para mim nem preso em mim. Na música, Deus para todo mundo, sua poesia nos faz pisar no chão sofrido das dores pessoais e de outrem. O senhor canta: “Mãos pra todo mundo acolher, pés pra todo mundo andar, olhos pra todo mundo bem ver; Deus pra todo mundo cantar! Pra todo mundo viver, pra todo mundo enxergar; pra todo mundo dizer; pra todo mundo salvar!”

Durante a Pandemia do Covid19, sua atuação junto às instituições financeiras e outras assegurou alimentos para muitas famílias vitimadas pela fome resultante do desemprego. Essa ajuda chegou também a outras dioceses do no nosso Regional.

Com os pés no chão, a Bíblia na mão, na poesia cantada intitulada, Nossa pátria, o senhor nos diz: “És Senhor sumo bem, supremo amor, dom total, Maior tesouro, nosso tudo, na terra o céu, divino amado, encanto e luz, sol Jesus! Em ti somente temos o olhar, pois nossa pátria é o céu, e peregrinos, nosso destino é, neste chão, do eterno ser cidadãos.”

Na mesma convicção de quem olha para a Pátria prometida e esperada, o senhor canta para nós na música, Feliz quem caminha. Nela nos diz de sua esperança: “Quero ver o mundo com teu olhar e a dor da vida com o teu coração. Vou levar ajuda a quem precisar, vou cantar a vida como uma cação.”

É seu o seguinte pensamento: “ser bispo não é uma honra e nem um poder. É um serviço e uma missão que a Igreja, minha mãe, me chama a exercer”. A serviço desta missão está o meu coração”. De fato, a missão é o seu coração, a sua maior sede.

Por fim Dom Pedro, atrevo-me a sintetizar seu ministério episcopal, tão cheio de grandes coisas feitas pelo Senhor Deus, com as palavras às quais o senhor deu som e vida na música, Vivo a alegria de ser missionário. O senhor assim nos exorta à tão querida e respirada missão: “Vivo a alegria de ser missionário, tenho sede da vida que nunca secou. Nesta Igreja que viver em tristes cenários, vivo a minha missão como um caso de amor. Então Jesus é missão, a Igreja é missão; Então a vida é missão, o amor é missão; Então Jesus é missão, a Igreja é missão; Então, nós somos missão, Missão local.”

Dom Pedro Brito Guimarães, por mercê de Deus e da Sé Apostólica, Arcebispo de Palmas, receba nossos mais sinceros e alegres votos de felicidade e fecundidade em seu ministério episcopal.

Muito obrigado.

Pe. Fábio Gleiser Vieira Silva.

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