Arquidiocese de Palmas

Arcebispo de Palmas intercede por artistas tocantinenses junto ao Governo do Estado

O Arcebispo Metropolitano de Palmas, Dom Pedro Brito Guimarães, enviou uma carta, nesta quarta-feira, 30, ao presidente da Agência de Desenvolvimento, Turismo, Cultura e Economia Criativa – Edetuc, Tom Lyra, pedindo que os artistas suplentes dos editais da Lei Aldir Blanc também fossem contemplados com o prêmio.

Ao todo, foram enviados 700 projetos de três segmentos culturais, destes, cerca de 500 foram selecionados inicialmente. O valor destinado pelo Governo Federal para o Tocantins somou mais de 18,5 milhões e para evitar que parte da verba voltasse, sem contemplar todos os participantes dos editais, o Arcebispo destacou a crise decorrente da Covid-19, a qual atingiu todas as esferas da vida e da convivência humana, inclusive a área cultural e defendeu, “a cultura é uma espécie de ecologia da alma, além de ser a única fonte de renda de muitos destes gestores e artistas”, mencionou.

“Nosso pedido, senhor Presidente, em nome destes artistas, é que não deixemos esse dinheiro voltar. Encontremos, pois, uma maneira legal de contemplar com estes recursos os profissionais que, por ventura, não foram contemplados na primeira seleção do referido Edital. Este dinheiro circulará e retornará ao Estado em forma de impostos, além de produzir emoções e de satisfações nos corações das pessoas. Com a arte a vida se torna mais leve e com novos significados”, escreveu Dom Pedro Brito.

A Edetuc informou ainda na quarta-feira, que a equipe estava em esforço conjunto para conseguir empenhar todos os projetos, uma vez que o prazo era curto. O jornalista Nilo Alves admirou a coragem do Arcebispo em defender a classe artística. Conforme o jornalista, pela primeira vez a igreja deu uma colaboração em nível estadual de forma concreta aos artistas e a cultura, ajudando a categoria tão prejudicada pela Covid-19 e que precisa do pão na mesa.
“Essa marca vai ficar para sempre, foi a única autoridade a ficar do nosso lado”, “a carta foi o pino da balança pra mexer na sensibilidade da secretaria”. Nilo diz que a categoria ficou satisfeita com a ação.

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