Amado, amada de Deus, tenho sede da “corda salva-vidas!”

 

Hoje, acordei meio sedento e resolvi vasculhar minhas gavetas missionárias, e ali encontrei esta lenda que me pareceu oportuna para o momento em que estamos vivendo. Não sei quem é o autor e nem qual é o titulo desta lenda. E, por conta minha, a fiz minha e nominei-a de: “a corda salva-vidas”. E a transformei em minha sede. E decidir compartilhar com você. Quem sabe se ela também não é a sua sede. Escute bem, com atenção, por favor, amado, amada de Deus, esta bonita lenda:

“Uma certa vez, em uma aldeia, havia um rio que ninguém ousava tomar banho nele, pois era muito fundo e a correnteza era forte. Um certo dia um garoto aproximou-se do rio e resolveu entrar. Em poucos instantes o garoto estava gritando por socorro, pois começou a afogar-se. Toda a aldeia veio para ver o que estava acontecendo, mas ninguém ousou entrar. De repente veio uma mulher gritando e chorando, pois, era o seu filho que estava na água.

Um homem, vendo o desespero daquela mãe, resolveu entrar no rio para resgatar o garoto. Mas impôs uma condição: ele amarraria uma corda em sua cintura e as pessoas que estavam às margens teriam que segurar a outra ponta e puxarem-na assim que ele alcançasse o garoto. E, eles aceitaram a proposta.

Chegando ao meio do rio, o homem conseguiu agarrar o garoto e gritou para que as pessoas os resgatassem, puxando a corda, mas a multidão que estava à margem discutia de quem era a obrigação de segurar a corda. Outros discutiam sobre quem pagaria a corda caso ela fosse arrastada junto com aquele homem. Com isso esqueceram-se de segurar a corda, e os dois foram vencidos pela correnteza e se afogaram. Quando deram fé, era tarde demais. 

Este rio representa o mundo, o garoto, as pessoas perdidas sem Jesus. O homem que foi resgatar, representa o missionário. E as pessoas que estavam à margem do rio, cada um de nós, nas nossas Igrejas. Eu não sei onde você se encaixa nesta história, mas reflita nela, pense sobre o que você tem feito por quem está lá, na outra ponta da corda!”

Na missão só existem três atitude ou três coisas que uma pessoa pode fazer: fugir, ficar olhando ou fazer algo.  Tenho dito que “missão, amado, amada de Deus, se faz com os pés dos que vão, com os joelhos dos que oram e com as mãos dos que contribuem”. Ou dito de outra maneira: “missão se faz com os joelhos que se dobram, com as mãos que partilham, com os pés que caminham, com os corações que amam e, sobretudo, com pessoas que fazem da suas vidas a sua missão”.

Você está usando a corda da sua vida para salvar vida ou está filosofando, assistindo de camarote a vida passar, se afogar e morrer? Pense, viva e ajude a viver.

Um bom dia e fique com Deus!