Arquidiocese de Palmas

Exortação Apostólica Pós-Sinodal Amaris Laetiti é lançada em Palmas

O Arcebispo de Palmas, Dom Pedro Brito Guimarães, presidiu a cerimônia de lançamento encíclico da  Exortação Apostólica Pós-Sinodal Amaris Laetitia realizada no auditório da OAB da capital, no dia 14 de maio deste ano. Na oportunidade também foi apresentado o Decreto de instalação do Tribunal Eclesiástico arquidiocesano da capital.

“A Exortação Apostólica Amaris Laetita ‘Alegria do Amor” é um guia de leitura para a família” explica Dom Pedro Guimarães. É o resultado de discussões do Sínodo que teve início em 2014, quando foram levantados os desafios que envolvem as famílias nos dias atuais. “Em 2015, o segundo sínodo produziu as matérias utilizadas na Encíclica”, explicou o arcebispo.

O documento propõe abordagens diferentes diante das realidades que as famílias vivenciam nos dias atuais. “A Exortação não determina ações definidas, mas encarrega os bispos de estudarem cada caso, levando em consideração, também, a cultura local do meio onde a família está inserida” disse Dom Pedro.

São nove capítulos que abordam a família ‘A Luz da Palavra’, “A realidade e os desafios das famílias”; “O olhar fixo em Jesus; a vocação da família”; “O amor no matrimónio; “O amor que se torna fecundo; “Algumas perspectivas pastorais”; “Reforçar a educação dos filhos”; “Acompanhar, discernir e integrar a fragilidade; e a “Espiritualidade conjugal e familiar”.

A Exortação Apostólica Pós-sinodal Amoris Laetitia está disponível nas livrarias católicas e pela internet

 

Tribunal Eclesiástico

Sobre o Tribunal Eclesiástico Arquidiocesano, Dom Pedro esclarece que, na ocasião, foi instalado um desmembramento do Tribunal Interdiocesano que já existe e tem por objetivo julgar casos inerentes a igreja envolvendo o clero, fiéis e os sacramentos. O Tribunal Eclesiástico Arquidiocesano vai aproximar e agilizar esses serviços. Aqui em Palmas por exemplo, explica o arcebispo, tem mais de 100 processos de anulação do sacramento do matrimônio. “Agora temos o nosso Tribunal, seguindo as orientações do Papa Francisco”. (Maria Eloisa- jornalista)

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