Arquidiocese de Palmas

Primeiro padre ordenado na Arquidiocese de Palmas completa hoje 25 anos de ordenação

A vida sacerdotal de Padre Fábio Gleiser da Silva nasceu e desenvolveu-se juntamente com a Arquidiocese de Palmas. Ele foi o primeiro padre ordenado na Arquidiocese, aos 30 anos de idade, e hoje, 7 de dezembro, completa 25 anos de ordenação, quando também celebra seu aniversário natalício.

Conforme o Padre, sua vinda para Palmas foi resultado de um diálogo entre Dom Alberto e Dom Luciano Mendes. Dom Luciano acompanhava sua formação sacerdotal e Dom Alberto era bispo auxiliar em Brasília. Quando nomeado para Palmas, Dom Alberto convidou o então seminarista e com o parecer positivo de Dom Luciano ele veio para a recém implantada Arquidiocese de Palmas.

“Minha ordenação foi a mais simples que já participei.
Era o início de tudo em Palmas. Não tínhamos recursos para decoração refinada. Lembro que padre Jones e alguns candidatos ao seminário foram apanhar flores no cerrado para ornamentar a igreja São José, ainda em contrução. Foi tudo como era a situação da igreja nascente, começamos tudo de modo muito precário”, revela padre Fábio.

Sobre a implantação da Arquidiocese, o Sacerdote conta que ela foi estruturando-se com a criação de pastorais e movimentos. “Ao longo desses 25 anos posso dizer que muitas coisas foram feitas com a graça de Deus e o empenho de tantas pessoas de fé que não mediram esforços para lançar as raizes da fé católica em Palmas”, ressalta.

Padre Fábio destaca que a experiência mais importante de sua caminhada foi ver a graça e a providência de Deus agindo no nascimento de uma Igreja particular. “Nada tínhamos e nada nos faltava. A fé que motivou tantas pessoas tornou-se alimento que nos sustentava ao longo do caminho. De fato, Deus é bom!”.

Sobre a atualidade, padre Fábio expressa sua alegria em ter acompanhado essa trajetória e ter vivenciado sua missão na Capital do Tocantins. “Hoje, ver nossa Arquidiocese com tantas estruturas, tão dinâmica, cheia de vigor, me faz pensar nas palavras de São João Paulo II ao criar a Arquidiocese: ‘Palmas, sinais de Esperança’. Ao contemplar tudo isso, podemos dizer: Deus é fiel às suas promessas!”, observa.

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