Arquidiocese de Palmas

Sacerdotes renovam seus compromissos na Missa da Unidade

“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para a missão”, com este versículo do evangelho de Lucas, Dom Pedro Brito Guimarães, arcebispo metropolitano de Palmas, iniciou sua homilia na Missa da Unidade que ocorreu na noite da última quarta-feira, 27. Testemunhados por milhares de fiéis de todas as paróquias da arquidiocese, os cerca de 50 padres presentes, renovaram suas promessas sacerdotais com o Centro de Evangelização Rainha da Paz lotado.

A missa que acontece uma vez a cada ano, também é momento onde os óleos dos enfermos, dos catecúmenos e do crisma são abençoados para serem utilizados na unção do povo, neste caso, das 36 paróquias que compõem a arquidiocese de Palmas. Com a benção de Dom Pedro, o óleo dos enfermos deverá ser utilizado para restaurar esperança e proporcionar reforço na caminhada; o óleo dos catecúmenos para tornar membros da família de Deus, por meio do sacramento do batismo e o óleo do crisma com perfumes de nardo para recordar que o cristão deve ser o bom odor de Cristo.

Ainda em sua homilia, Dom Pedro enfatizou a atuação dos sacerdotes, segundo um modelo adequado, “Jesus é o melhor pastor porque é o melhor discípulo. Ele nos quer bons discípulos e bons pastores. O maior bem está sempre para ser feito, o melhor bem está sempre para acontecer. Nós sacerdotes somos amados para amar, ungidos para ungir, consagrados para consagrar, abençoados para abençoar, alegres para alegrar, unidos para unir”.

Questionado sobre os momentos difíceis da Igreja, o Arcebispo disse que “Dom Helder Câmara tem um pensamento que diz o seguinte: quanto mais difícil a missão, quanto mais desafiadora, mais apaixonante é a realização dela. A Igreja sempre cresceu nos momentos de crise, quando o mundo a crucificou, explorou demais suas causas, erros, acertos e condicionamentos, foi ali que ela ressurgiu, ela se sentiu cobrada, desafiada, realmente motivada a continuar. A Igreja sempre nasceu desses momentos, se a gente não sente isso, a gente não é Igreja de Cristo. Cristo mesmo disse, vocês vão sofrer no mundo, ser condenados, crucificados e a semana santa é a memória disso, Jesus morreu porque não concordou com a sociedade. É das cinzas que nós nascemos, é do sofrimento, dos momentos de crise que a gente retoma as forças e reinicia a caminhada”.

Veja as fotos no facebook da Arquidiocese: Missa da Unidade

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